
quarta-feira, 16 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
O mito da pedra filosofal e genérico
Os seres humanos, cansado de tentativas fail de criar vórtices sônicos extratemporais ou buracos negros, teletransporte eficiente e sem deformação no tamanho original do corpo, deram início a uma nova era onde o sonho de pessoas que desejavam se lançar a um objetivo aparentemente inalcançável passou a ser a criação de criaturas semelhantes a eles mesmos. Porém, como o mundo não funciona sem alguns mols de humor ou sarcasmo, estas criaturas que se desejava sintetizar foram feitas se adicionando ingredientes bizarros para que apresentassem características no mínimo assustadoras.
Foram desenvolvidas diversas formas de criar esses seres semelhantes aos humanos. Por gerações os cientistas, alquimistas, presidiários, hondurosos (nativos de Honduras) e líderes secretos das teorias da conspiração adicionaram ingredientes inusitados nas suas receitas. Porém, o ingrediente essencial comum a todas as tentativas é a pedra filosofal. Esse elemento mágico pode assumir diversas formas, sendo entre as mais comuns uma pedra cristalina na cor vermelha e um líquido negro viscoso semelhante a petróleo, encontrado nas melhores lojas de sua região, conhecido como Elemento X (por questões de marketing).
Associando a pedra filosofal a cada tipo de ingrediente diferente, um ser bem estranho e inusitado surge. Vão a seguir alguns exemplos:
1)Pedra filosofal + 35 litros de água + 20 kg de carboidratos + 4 litros de amônia + 1,5kg de cálcio + 800g de adenosina + 250g de sal + 100g de nitrogênio + 80g de enxofre + 7,5g de flúor + 5g de ligas metálicas + 3g de silicone + 15g de outros materiais diversos + um pedacinho de uma pessoa morta -> Aplicando a técnica alquímica de transmutação, é formado um homúnculo.

2)Elemento X + açúcar + tempero + trequinhos randômicos coloridos e felizes (popularmente conhecidos como “tudo que há de bom” -> Misturando tudo em um laboratório em que ocorram coisas acidentalmente e telefones têm carinhas felizes, se você for um professor solteirão que tem um macaco superdotado barra aberração, conseguirá criar menininhas superpoderosas que voam, são fortes e não têm mãos nem pés.

3)Cocôs + caracóis + rabos de cachorro + alguma coisa + pedra filosofal processada -> Em uma privada, juntos, dão como resultado seres semelhantes aos do item 2, porém do sexo masculino e menos homossexuais.

4)Pedra filosofal + feijõezinhos de todos os sabores + sapos de chocolate + meia garrafa de hidromel + turbante -> Com magia das trevas e um bom gole de hidromel, é possível formar um ser de duas faces ligeiramente bem horríveis.

5)Pedra filosofal + fenolftaleína + mato + MM + bala de laranja -> de simples preparo em uma bacia de plástico ou marmita, ao combinar estes itens, é formado o lendário dipnlik, pirulito de passar no pózinho (procedimento depende do humor dos ovos de sua geladeira).

Seguindo os objetivos da geração que acredita que uma linha é o caminho mais curto daqui pra lugar nenhum, você pode criar seu próprio ser pseudo-humano, com uma pseudo-mente, por vezes maligna, porém com deformidades bem características. Basta adquirir uma pedra filosofal ou sua versão correspondente genérica, elemento x, nos melhores comércios de sua região. Comece já a sua coleção! \o/
Foram desenvolvidas diversas formas de criar esses seres semelhantes aos humanos. Por gerações os cientistas, alquimistas, presidiários, hondurosos (nativos de Honduras) e líderes secretos das teorias da conspiração adicionaram ingredientes inusitados nas suas receitas. Porém, o ingrediente essencial comum a todas as tentativas é a pedra filosofal. Esse elemento mágico pode assumir diversas formas, sendo entre as mais comuns uma pedra cristalina na cor vermelha e um líquido negro viscoso semelhante a petróleo, encontrado nas melhores lojas de sua região, conhecido como Elemento X (por questões de marketing).
Associando a pedra filosofal a cada tipo de ingrediente diferente, um ser bem estranho e inusitado surge. Vão a seguir alguns exemplos:
1)Pedra filosofal + 35 litros de água + 20 kg de carboidratos + 4 litros de amônia + 1,5kg de cálcio + 800g de adenosina + 250g de sal + 100g de nitrogênio + 80g de enxofre + 7,5g de flúor + 5g de ligas metálicas + 3g de silicone + 15g de outros materiais diversos + um pedacinho de uma pessoa morta -> Aplicando a técnica alquímica de transmutação, é formado um homúnculo.

2)Elemento X + açúcar + tempero + trequinhos randômicos coloridos e felizes (popularmente conhecidos como “tudo que há de bom” -> Misturando tudo em um laboratório em que ocorram coisas acidentalmente e telefones têm carinhas felizes, se você for um professor solteirão que tem um macaco superdotado barra aberração, conseguirá criar menininhas superpoderosas que voam, são fortes e não têm mãos nem pés.

3)Cocôs + caracóis + rabos de cachorro + alguma coisa + pedra filosofal processada -> Em uma privada, juntos, dão como resultado seres semelhantes aos do item 2, porém do sexo masculino e menos homossexuais.

4)Pedra filosofal + feijõezinhos de todos os sabores + sapos de chocolate + meia garrafa de hidromel + turbante -> Com magia das trevas e um bom gole de hidromel, é possível formar um ser de duas faces ligeiramente bem horríveis.

5)Pedra filosofal + fenolftaleína + mato + MM + bala de laranja -> de simples preparo em uma bacia de plástico ou marmita, ao combinar estes itens, é formado o lendário dipnlik, pirulito de passar no pózinho (procedimento depende do humor dos ovos de sua geladeira).

Seguindo os objetivos da geração que acredita que uma linha é o caminho mais curto daqui pra lugar nenhum, você pode criar seu próprio ser pseudo-humano, com uma pseudo-mente, por vezes maligna, porém com deformidades bem características. Basta adquirir uma pedra filosofal ou sua versão correspondente genérica, elemento x, nos melhores comércios de sua região. Comece já a sua coleção! \o/
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Influência da Música no ser humano
Napoleão entendeu o poder da música. Ele resumiu esse assunto com estas palavras: "Dê-me controle sobre quem cria a música de uma nação; e eu não me preocupo com quem faz as leis." Por que será que ele falou isso? A partir de agora, veremos um pouco do que uma parte da história conta e do que a ciência moderna descobriu sobre a música no que diz respeito à sua influência na matéria e na mente, do século 18 ao 21.
Era barroca. O impressionante músico alemão George Friedrich Händel (Halle an der Saale, 23 de fevereiro de 1685 — Londres, 14 de abril de 1759) afirma: “Não faço música para encantar as pessoas, mas especialmente para influí-las para o caminho do bem e curá-las – se elas se encantam isso é consequência”.
Anos mais tarde o Rei espanhol Felipe V (1705-1782) atribui à cura de uma enfermidade por ter ouvido repetidamente uma “Ária” e uma série de cantochões.
1921. Albert Einstein explica o Efeito Fotoelétrico e ganha o Prêmio Nobel, recebendo-o no ano seguinte. Albert agradece o prêmio e atribui a sua vitória principalmente ao seu violino: ele conta que sem ele sua inteligência não lhe teria dado tantos frutos.
1960. Dr. Hans Jenny, (médico, físico e músico suíço), cria a Kymatics (cimática), que estuda a energia das ondas – isto é, os efeitos das ondas sonoras sobre a matéria física. Afirma ter descoberto efeitos de sons emitidos por idiomas orientais (como o sânscrito e o aramaico), que são bem curiosos e que podem ser interessantes à saúde humana. Segundo ele, são curativos.1962-1968
A música é dividida em dois grupos: sedativas e estimulantes. “As músicas sedativas possuem harmonias simples e variações leves da dinâmica musical; tem como função tornar suave a atividade física e aumentar a capacidade contemplativa do ser humano. As estimulantes ressaltam os tempos mais rápidos, a forte presença de articulações em staccato, harmonias complexas e dissonantes, além de mudanças repentinas na dinâmica, que produzem a sensação de aumento do estado de alerta e pré-disposição à atividade motora; e, conseqüentemente, maior ativação mental. Considera-se ainda que a música provoque condutas orientadas pelo afeto”.
Décadas de 60-70. Método do grande médico francês Prof. Dr. Alfred Tomatis (1o de janeiro de 1920 a 25 de dezembro de 2001). “O equipamento de Tomatis emite sons restauradores do equilíbrio emocional e psíquico e provoca estímulos sonoros a partir da música”.
Baseado na conclusão científica que a audição é um dos principais fatores do equilíbrio emocional e do desenvolvimento, Dr. Alfred entendeu que o ouvido reeducado pode ser a solução para muitos problemas de comportamento de crianças, adolescentes e adultos, além de corrigir problemas de fala, agressividade, hiperatividade e depressão.
1979. Numa tese de mestrado, no Institut National de la Santé et de la Recherche Médicale, o médico Gomez reverifica a eficiência das afirmações de Tomatis. Gomez também diz que os efeitos das músicas de Mozart, tal qual afirmara o Dr. Alfred, realmente “possuem efeitos construtivos diferenciados”.
1980-1990. As músicas de Mozart tomam novo vulto, já que trabalhos sucessivos concluem que realmente são medicinais e ajudam na ordenação e no desenvolvimento da mente humana.
Década de 90. O cientista japonês Dr. Mazuru Emoto reafirma os trabalhos que exaltam Mozart, acrescentando que, segundo sua pesquisa sobre os efeitos das ondas sonoras em cristais, há músicas de Mozart que edificam muito mais do que outras do próprio Mozart; e sua vibração é a mesma do que ele chamou de “Sabedoria”. Ele elogia ainda as músicas de Bethoven no começo de sua carreira: “São mais simples do que as que ele fez no auge de sua carreira, mas também mais puras e de uma alegria essencialmente verdadeira”. Destaca também algumas músicas que vibram numa sintonia que ele chamou de “amor”: Ária da 4a Corda, de Bach; Valsa do Adeus, de Chopin; entre outras.
Ainda na década de 90. Dr. Joel Sternheimer, físico e matemático francês, formado em Paris e Princeton, e aluno do físico Louis de Broglie, comprovou a existência de certas gamas de ondas vibratórias ligadas à estrutura atômico-molecular da matéria viva, na síntese de proteínas. Diz ele: “A cada síntese protéica corresponde uma pequena música com freqüência rítmica precisa”. Explica-nos: “Quando ouvimos a melodia de uma proteína transposta, ocorre um fenômeno de ressonância que chamo de ressonância de escala, que irá estimular ou inibir a síntese da proteína correspondente”. Por este raciocínio, segue ele, “a ciência acaba de descobrir que realmente pode haver músicas que curam e músicas que fazem adoecer”.
1993. Os neurologistas americanos Gordon Shaw (Universidade da Califórnia) e Francis Rauscher (Universidade de Wisconsin) descobriram o “Efeito Mozart”, ao tocar a “Sonata para 2 pianos” para um grupo de estudantes antes e depois de aplicar testes de raciocínio relacionados à matemática. O resultado da segunda do pós-Mozart foi muito melhor.
Eminência do Século 21. Dr. Joel Sternheimer continua seus experimentos e cada vez mais surpreende-se com os resultados. Com auxílio de zootecnistas, veterinários e agrônomos, faz experimentos com vacas leiteiras e descobre que apenas a Sexta Sinfonia de Mozart, a Pastoral, tem relevância científica para sua pesquisa. Ou seja, todas as músicas melhoraram a lactação por tranqüilizarem as vacas, mas os animais expostos à Pastoral de Mozart produziram bem mais. Sternheimer estudou e descobriu que o tema central da Pastoral corresponde precisamente à seqüência do processo de desidrogenação do álcool, que participa da catalisação da fermentação láctea, o que significa ativação da prolactina bovina.
2001. A música agradável – aquela que dá “arrepio na espinha” – ativa um sistema que envolve o striatum ventral, o cérebro intermediário, o córtex orbitofrontal e o cortex prefrontal medial ventral. Logo, ativa os mesmos centros de prazer que nos traz um alimento saboroso, um excelente perfume, a relação sexual. Dessa forma, pode ser usada tanto como uma eficiente ferramenta contra o estresse, como um estimulante ou uma causadora de estresse.
2001. Surdos também podem beneficiar-se das músicas através de vibrações causadas pelos sons. A experiência contou com pessoas que ouvem e com pessoas totalmente surdas: ambos grupos demonstraram atividade cerebral em regiões responsáveis por sensações tácteis, mas apenas os surdos demonstraram atividade no córtex auditivo; e – para aumentar a surpresa dos cientistas – numa área do tamanho de uma bola de golf.
2001. Sentimentos influenciam no formato e na presença de códigos do DNA. Músicas produzem sentimentos. Logo, músicas realmente podem ser usadas como ferramentas de cura.
2007. Plantas sofrem influência da música em pelo menos dois genes: o rbcS e o Ald.
retirado de: "http://www.tribunatp.com.br/modules/news/article.php?storyid=1843"
Era barroca. O impressionante músico alemão George Friedrich Händel (Halle an der Saale, 23 de fevereiro de 1685 — Londres, 14 de abril de 1759) afirma: “Não faço música para encantar as pessoas, mas especialmente para influí-las para o caminho do bem e curá-las – se elas se encantam isso é consequência”.
Anos mais tarde o Rei espanhol Felipe V (1705-1782) atribui à cura de uma enfermidade por ter ouvido repetidamente uma “Ária” e uma série de cantochões.
1921. Albert Einstein explica o Efeito Fotoelétrico e ganha o Prêmio Nobel, recebendo-o no ano seguinte. Albert agradece o prêmio e atribui a sua vitória principalmente ao seu violino: ele conta que sem ele sua inteligência não lhe teria dado tantos frutos.
1960. Dr. Hans Jenny, (médico, físico e músico suíço), cria a Kymatics (cimática), que estuda a energia das ondas – isto é, os efeitos das ondas sonoras sobre a matéria física. Afirma ter descoberto efeitos de sons emitidos por idiomas orientais (como o sânscrito e o aramaico), que são bem curiosos e que podem ser interessantes à saúde humana. Segundo ele, são curativos.1962-1968
A música é dividida em dois grupos: sedativas e estimulantes. “As músicas sedativas possuem harmonias simples e variações leves da dinâmica musical; tem como função tornar suave a atividade física e aumentar a capacidade contemplativa do ser humano. As estimulantes ressaltam os tempos mais rápidos, a forte presença de articulações em staccato, harmonias complexas e dissonantes, além de mudanças repentinas na dinâmica, que produzem a sensação de aumento do estado de alerta e pré-disposição à atividade motora; e, conseqüentemente, maior ativação mental. Considera-se ainda que a música provoque condutas orientadas pelo afeto”.
Décadas de 60-70. Método do grande médico francês Prof. Dr. Alfred Tomatis (1o de janeiro de 1920 a 25 de dezembro de 2001). “O equipamento de Tomatis emite sons restauradores do equilíbrio emocional e psíquico e provoca estímulos sonoros a partir da música”.
Baseado na conclusão científica que a audição é um dos principais fatores do equilíbrio emocional e do desenvolvimento, Dr. Alfred entendeu que o ouvido reeducado pode ser a solução para muitos problemas de comportamento de crianças, adolescentes e adultos, além de corrigir problemas de fala, agressividade, hiperatividade e depressão.
1979. Numa tese de mestrado, no Institut National de la Santé et de la Recherche Médicale, o médico Gomez reverifica a eficiência das afirmações de Tomatis. Gomez também diz que os efeitos das músicas de Mozart, tal qual afirmara o Dr. Alfred, realmente “possuem efeitos construtivos diferenciados”.
1980-1990. As músicas de Mozart tomam novo vulto, já que trabalhos sucessivos concluem que realmente são medicinais e ajudam na ordenação e no desenvolvimento da mente humana.
Década de 90. O cientista japonês Dr. Mazuru Emoto reafirma os trabalhos que exaltam Mozart, acrescentando que, segundo sua pesquisa sobre os efeitos das ondas sonoras em cristais, há músicas de Mozart que edificam muito mais do que outras do próprio Mozart; e sua vibração é a mesma do que ele chamou de “Sabedoria”. Ele elogia ainda as músicas de Bethoven no começo de sua carreira: “São mais simples do que as que ele fez no auge de sua carreira, mas também mais puras e de uma alegria essencialmente verdadeira”. Destaca também algumas músicas que vibram numa sintonia que ele chamou de “amor”: Ária da 4a Corda, de Bach; Valsa do Adeus, de Chopin; entre outras.
Ainda na década de 90. Dr. Joel Sternheimer, físico e matemático francês, formado em Paris e Princeton, e aluno do físico Louis de Broglie, comprovou a existência de certas gamas de ondas vibratórias ligadas à estrutura atômico-molecular da matéria viva, na síntese de proteínas. Diz ele: “A cada síntese protéica corresponde uma pequena música com freqüência rítmica precisa”. Explica-nos: “Quando ouvimos a melodia de uma proteína transposta, ocorre um fenômeno de ressonância que chamo de ressonância de escala, que irá estimular ou inibir a síntese da proteína correspondente”. Por este raciocínio, segue ele, “a ciência acaba de descobrir que realmente pode haver músicas que curam e músicas que fazem adoecer”.
1993. Os neurologistas americanos Gordon Shaw (Universidade da Califórnia) e Francis Rauscher (Universidade de Wisconsin) descobriram o “Efeito Mozart”, ao tocar a “Sonata para 2 pianos” para um grupo de estudantes antes e depois de aplicar testes de raciocínio relacionados à matemática. O resultado da segunda do pós-Mozart foi muito melhor.
Eminência do Século 21. Dr. Joel Sternheimer continua seus experimentos e cada vez mais surpreende-se com os resultados. Com auxílio de zootecnistas, veterinários e agrônomos, faz experimentos com vacas leiteiras e descobre que apenas a Sexta Sinfonia de Mozart, a Pastoral, tem relevância científica para sua pesquisa. Ou seja, todas as músicas melhoraram a lactação por tranqüilizarem as vacas, mas os animais expostos à Pastoral de Mozart produziram bem mais. Sternheimer estudou e descobriu que o tema central da Pastoral corresponde precisamente à seqüência do processo de desidrogenação do álcool, que participa da catalisação da fermentação láctea, o que significa ativação da prolactina bovina.
2001. A música agradável – aquela que dá “arrepio na espinha” – ativa um sistema que envolve o striatum ventral, o cérebro intermediário, o córtex orbitofrontal e o cortex prefrontal medial ventral. Logo, ativa os mesmos centros de prazer que nos traz um alimento saboroso, um excelente perfume, a relação sexual. Dessa forma, pode ser usada tanto como uma eficiente ferramenta contra o estresse, como um estimulante ou uma causadora de estresse.
2001. Surdos também podem beneficiar-se das músicas através de vibrações causadas pelos sons. A experiência contou com pessoas que ouvem e com pessoas totalmente surdas: ambos grupos demonstraram atividade cerebral em regiões responsáveis por sensações tácteis, mas apenas os surdos demonstraram atividade no córtex auditivo; e – para aumentar a surpresa dos cientistas – numa área do tamanho de uma bola de golf.
2001. Sentimentos influenciam no formato e na presença de códigos do DNA. Músicas produzem sentimentos. Logo, músicas realmente podem ser usadas como ferramentas de cura.
2007. Plantas sofrem influência da música em pelo menos dois genes: o rbcS e o Ald.
retirado de: "http://www.tribunatp.com.br/modules/news/article.php?storyid=1843"
terça-feira, 8 de junho de 2010
Verdades de São Paulo
VOCÊ SABE QUE ALGUÉM É PAULISTANO QUANDO...
Na fala:
a) chama o semáforo de 'farol';
b) diz 'bolacha' em vez de biscoito;
c) diz 'cara' em vez de menino;
d) diz 'mina' em vez de menina;
e) diz 'bexiga' em vez de balão;
f) diz 'sorvete', tanto para picolé como para sorvete de massa;
g) acha que não tem sotaque nenhum;
h) ri do sotaque de todo mundo (gaúcho, carioca, mineiro, nordestino,etc...);
i) vê uma pessoa mal vestida e chama de 'baiano';
j) é extremamente possessivo, pois emprega a palavra 'MEU' em praticamente todas as frases.
No clima:
a) fala sobre o tempo para puxar assunto;
b) enfrenta sol, chuva, frio, calor, tudo no mesmo dia e acha legal...
c) sai todo agasalhado de manhã, tira quase tudo a tarde e põe tudo de volta à noite;
d) tem mania de levar o carro para polir no sábado ou no domingo. O carro fica brilhando, só que toda vez que vai sair com ele para passear... CHOVE.
Na praia:
a) fala que vai para praia sem especificar qual;
b) fica a temporada no Guarujá, Maresias ou Ubatuba, mesmo que chova mais do que faça sol;
c) chama Ubatuba de 'Ubachuva';
d) fala mal da Praia Grande, mas toda virada de ano fica sem dinheiro e acaba indo para lá.
Nas esquisitices:
a) faz fila para tudo (elevador, banheiro, ônibus, banco, mercado,casquinha do MC'DONALDS, etc.);
b) repara nas pessoas como se fossem de outro planeta;
c) cumprimenta os vizinhos apenas com 'oi' e 'tchau';
d) espera a semana inteira pelo final de semana e quando ele chega, acaba não fazendo 'nada';
e) convida: 'Passa lá em casa', mas nunca dá o endereço;
f) chama o povo do interior de São Paulo de 'caipira'.
Para o paulistano, o Brasil é:
Na fala:
a) chama o semáforo de 'farol';
b) diz 'bolacha' em vez de biscoito;
c) diz 'cara' em vez de menino;
d) diz 'mina' em vez de menina;
e) diz 'bexiga' em vez de balão;
f) diz 'sorvete', tanto para picolé como para sorvete de massa;
g) acha que não tem sotaque nenhum;
h) ri do sotaque de todo mundo (gaúcho, carioca, mineiro, nordestino,etc...);
i) vê uma pessoa mal vestida e chama de 'baiano';
j) é extremamente possessivo, pois emprega a palavra 'MEU' em praticamente todas as frases.
No clima:
a) fala sobre o tempo para puxar assunto;
b) enfrenta sol, chuva, frio, calor, tudo no mesmo dia e acha legal...
c) sai todo agasalhado de manhã, tira quase tudo a tarde e põe tudo de volta à noite;
d) tem mania de levar o carro para polir no sábado ou no domingo. O carro fica brilhando, só que toda vez que vai sair com ele para passear... CHOVE.
Na praia:
a) fala que vai para praia sem especificar qual;
b) fica a temporada no Guarujá, Maresias ou Ubatuba, mesmo que chova mais do que faça sol;
c) chama Ubatuba de 'Ubachuva';
d) fala mal da Praia Grande, mas toda virada de ano fica sem dinheiro e acaba indo para lá.
Nas esquisitices:
a) faz fila para tudo (elevador, banheiro, ônibus, banco, mercado,casquinha do MC'DONALDS, etc.);
b) repara nas pessoas como se fossem de outro planeta;
c) cumprimenta os vizinhos apenas com 'oi' e 'tchau';
d) espera a semana inteira pelo final de semana e quando ele chega, acaba não fazendo 'nada';
e) convida: 'Passa lá em casa', mas nunca dá o endereço;
f) chama o povo do interior de São Paulo de 'caipira'.
Para o paulistano, o Brasil é:
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