O número de coisas, porém, sobre as quais as pessoas estão extremamente enganadas, e que aos olhos mortais são tão insignificantes que as pessoas desse mundo nem ao menos param para pensar sobre os porquês daquilo, afinal, não tem o que enxergar de errado, é até maior que o número de taturanas que morrem de doenças sexualmente transmissíveis no Triângulo das Bermudas dançando cha-cha-cha. E olha que o número não é pequeno.
O fato é que eles, sim, eles mesmos, esses caras, esses eles, fizeram a coisa tão arquitetadamente bem que ninguém ao menos percebe a barbaridade que está sendo feita. E continuam comendo balas de hortelã como se fossem bala de menta com alcaçuz. Só porque alcaçuz tem a letra amaldiçoada do povo aborígene da selva Mukah-Gjyh.
A seguir estão algumas das verdades que eles, não os caras do alcaçuz, mais os outros eles, sim, eles, tentam esconder nas coisas:
ANESTESIAS: que anestesias não foram feitas para aliviar a dor das pessoas infelizes que decidem ir a um daqueles caras que se denominam médicos ou dentistas fazer algum procedimento suposto de risco ou mais suposto ainda de não risco, mais sim foram feitas para fazer algo como drogar essas pessoas todas as araras coloridas já sabiam. A verdade é que aquela água maldita está cheia de micróbios de leprechaun. Esses micróbios foram descobertos por um feliz trabalhador rural que passeava pelas terras da Irlanda e sem querer foi parar na dimensão mágica do país de bandeira laranja e verde. Esses micróbios bolhudos, com uma aparência de grandes molinhas de cores variadas são invisíveis na dimensão real, porque essa dimensão não tem leprechauns (Não no tamanho que deveriam estar, pelo menos). Quando um desses seres de mola entra no corpo de um ser humano, os neurônios da pessoa se invertem e ela começa a ter pensamentos semelhantes a de um ser que está drogado na anti dimensão mágica dos leprechauns irlandeses. Essa inversão explica o fato de quando alguém toma uma anestesia fica com os sentidos errados. Pessoas que saem nas ruas anestesiadas fazem parte da conspiração dos seres que usam jaleco branco de espalharem pelo mundo os micróbios até que eles se tornem a nova raça dominante e possam transmutar leprechauns então para essa dimensão do tamanho que devem ser.

MORANGOS: Além de o fato que os morangos não são frutas, mais sim uma pequena aberração genética que nasceu a partir de um pé de leite condensado (isso explica a boa combinação), sendo que os pés de leite condensado foram extintos na dinastia Plank por um monstro que era uma aberração genética que surgiu de uma aberração genética que nasceu do cruzamento de um guarda roupa com cupins e salgadinho radioativo, que devorou todas essas árvores do mundo porque elas lembravam Lassie, a primeira garota aberração que o deu um fora. O segredo dos morangos está nas microcoisinhas pretas. Esses tequinhos de nada são capazes de, em conjunto com um cotonete, um negócio de fazer bolhas de sabão, um clips, uma lagosta e uma tomada, não serem capazes de construir uma lambreta. Pelo menos não uma que voe.
RELÓGIO PORTA-CHICLETE: não, aqueles relógios que eram o sonho de consumo de toda criança na década de 90 com micro chicletinhos que sempre acabavam rápido de sempre um monte caía no chão não eram morfadores, mais eram quase isso. Colocando dentro do relógio a combinação certa de chicletinhos, trocando o relógio de mão e gritando ‘ljdhwrdiuqweydf&’ três vezes dando a descarga, se abriria por alguns instantes um portal para o Acre. Incrível, não? Pena que foi um experimento que colocaram no mercado sem testes e aprimoramentos e o portal para o Acre era aberto dentro do próprio Acre, sendo que atravessar o portal era possível só para quem morasse no Acre, ou seja, anões mortos, filhotes de pombas, bancas de jornal sendo construídas e o mesmo. A experiência então sumiu do mercado deixando muitas crianças que acreditavam ser Power Rangers na mão quando estas perdiam seus relógios.















